Ensaio - Maio/2011
Trazer para o corpos a metafora do labirinto, explorando a percepção do tempo e do espaco através dos sentidos
Instalação Convivio - Junho/2011
Aqui está o Labirinto - disse indicando-me uma alta escrivaninha laqueada.
- Um labirinto de marfim! - exclamei. - Um labirinto mínimo...
- Um labirinto de símbolos - corrigiu. Um invisível labirinto de tempo." L.Borges
S/data
"Acordar aquele que dorme / é impor a outro o interminável / cárcere do universo / de seu tempo sem ocaso nem aurora. / É revelar-lhe que é alguém ou algo / que está sujeito a um nome que o divulga / e a um cúmulo de ontens. / É inquietar sua eternidade. / É saturá-lo de séculos e estrelas. / é restituir ao tempo outro Lázaro / saturado de memória."
Nucleos Pinel - Maio/2011
Olhar o ensaio por outro ponto de vista, assistir ensaio com outra perspectiva, as luzes, os sons, as imagens, o dialogo, direcionar o olhar, condução de sensações, voltar, caminhar para a próxima proposta…andante…
s/data
Intro
O trabalho investigado tem como ponto central a inversão dos procedimentos de composição em relação aos paradigmas tradicionais de percepção. No caso da fotografia, percebemos que a diversidade de olhares sobre um mesmo espaço era muito diversificado no grupo, fato percebido quando a partir de um unico encontro variados significados eram obtidos. A diversidade e intensidade das imagens são exploradas a partir dos gestos, espaços, objetos, variações de cores, foco, o que gera a partir da montagem das imagens, algo impensável ou impossível de ser expresso de outra forma. Assim, num primeiro momento, o tempo e o espaço é observado, neles estão contida vozes adorrmecidas, as quais no instante fotográfico elas despertam, carregadas de ruído e manchas vem a pairar sobre nossas cabeças, "é como ao traçar para um estrangeiro uma espécie de linha de fuga", ela "desperta" o caminhar a "deriva" de tempos 'nebulosos', de vozes abafadas, estupradas, traídas, desmanteladas, vozes até então contadas sob apenas um ponto de vista.
Então, a partir da investigação dessas imagens, selecionamos emontamos as fotos em seguida publicamos na internet; postamos as fotos em um site que disponibilizam ‘slides’ ou seja, após publicar uma foto o provedor lhe da à opção de como você quer apresentar essas fotos. Como criar movimento na fotografia? O que fazer com esse movimento? Como interligar constelações?
Instalação Casinha - Detritos em Ensaio Julho/2011
ensaio de investigação de personagem

Base da Ruína
Nesta fotomontagem exploramos e confrontamos a visão de dois integrantes do grupo, cada um portando um mesmo modelo de câmera e fotografando um mesmo espaço, no caso, uma casa em ruínas localizada no fundo do Pinel. O texto foi escrito a partir das fotos, por um dos criadores da imagem.
Ruínas. Em Corpos Acumulados parte da encenação se dava em um mundo em ruínas.
Hoje, com o olhar orientado a partir de imagens e formas de um novo projeto,
Material Tebas – 11 de setembro, nosso trajeto passa outra vez pela conhecida casa,
cenário em ruínas de Corpos Acumulados. As velhas paredes serão remodeladas, resignificadas de acordo com as necessidades do novo processo
ENSAIO ABERTO 29 E 30 DE JANEIRO 2011
INSTALAÇÃO - ENSAIO 29 E 30 JANEIRO 2011
"A fotografia reproduz em série a mesma cena, a mesma personagem, mas ela possui também a aura de uma inesperada presença. O que é a aura de um determinado objeto? A aura é esse sentimento de que nós olhamos o objeto e que ele nos devolve o olhar. Então, uma foto nossa, mesmo que ela seja uma foto preparada, ela nos devolve aspectos desconhecidos nossos. Então ela é fonte de auto-conhecimento."(Olgária Matos)
INSTALAÇÃO IGREJA -Ensaio em Detritos - Maio/Junho 2011
Leitura - Ensaio em Detritos - Maio/ Junho de 2011
Núcleo - Ensaio em Detritos Maio/Junho de 2011
Aquecimento - Ensaio em detrito - Maio/Junho de 2011
Ensaio em Detritos - Casinha - Junho de 2011
COLAGEM
"não projeta a imagem de uma doutrina ou de um procedimento dialético, e sim de um poeta perdido no tempo e no espaço. No tempo, porque, se futuro e passado são infinitos, não haverá realmente um quando; no espaço, porque, se todo ser eqüidista do infinito e do infinitesimal, tampouco haverá um onde." (L. Borges)
CAPA dos DVDs dos trabalhos do grupo








Capa dos trabalhos em vídeos - Detritos em ensaio - Maio/Junho de 2011
ZINE com sinopses dos vídeos do processo em Devir - Distribuído nos Detritos em ensaio - Maio/Junho de 2011
Filmes que temos
filmes que queremos


























































