Os núcleos têm como objetivo fazer com que seus participantes, de forma lúdica e sensível, reflitam e atuem criativamente sobre conteúdos relacionados à realidade social e ao projeto da trupe.
A experiência é assim a base de qualquer narrativa, articulando o sujeito e o mundo, configurando a realidade de forma a dotá-la de sentido. Os Núcleos buscam despertar em seus participantes EXPERIÊNCIAS, através do estímulo à criação de narrativas. Narrativas, orais, inventadas ou não, narrativas musicais, narrativas visuais, narrativas corpóreas, através da linguagem teatral
Como mote de estudos para esta experiência metodológica, tomamos como referência nossas experiências desenvolvidas no hospital em 2009, http://trupedechoque.blogspot.com/p/nucleo-de-video.html a qual tivemos como proposta, investigar e disponibilizar o vídeo através de uma abordagem prática e teórica, a fim de despertar o interesse para as diversas possibilidades de comunicação a partir do vídeo, explorando novas percepções de conhecer, sentir, ouvir e se expressar. Exploramos uma tentativa de troca ou de diálogo, num exercício que permita a multiplicidade de vozes.
Intro Núcleos
Para que estes caminhos possam ser percorridos na pratica criamos ementas com temas escolhidos pelos participantes do núcleo, onde estabelecemos um cronograma inicial (que pode vir a ser mudado no seu desenvolvimento) com propostas práticas criadas a partir da leitura e discussão da constelação, de temas relacionados ao processo de criação do grupo.
PRIMEIRO DIA:
Proposta
Pergunta norteadora: o que é vídeo?
Espaço: convívio antigo / montar uma instalação utilizando os equipamentos técnicos disponibilizados pelo grupo, como TV, projetor, microfone e câmera.
Procedimentos:
1 passar o microfone de mão em mão, para que as pessoas se apresentem e respondam a pergunta norteadora.
2. enquanto uns falam outros filmam com a câmera que também percorre o círculo.
3. Falar o nome e fazer um gesto.
4. Falar o nome de outra pessoa da roda e fazer o gesto do outro.
5. Escolher uma imagem para ser fotografada por outro participante
6. Assistir ao que foi captado durante todo o encontro – assistir a própria imagem
Atividade realizada com os garotos no NIA – aproximadamente 10 garotos - e 2 enfermeiros. A câmera passou de mãos em mãos e cada um falou para a câmera o que era vídeo - Alguns pacientes confundiram a palavra vídeo com vida e acabaram respondendo o que era vida também.Assistimos as imagens e cada um falou o que achou da atividade realizada. Nessa conversa final, falamos das diversas possibilidades de se trabalhar com vídeo. Alguns garotos cantavam, compunham rap e surgiu a idéia de trabalhar com vídeo e música: fazer um videoclipe das composições deles. Ficou esta proposta para os próximos encontros do Núcleo. Quando os pacientes foram embora, assistimos a alguns vídeos citados no livro Made in Brazil, do Arlindo Machado (uma das nossas referências teóricas) e rediscutimos o que é vídeo a partir do que assistimos e a partir do que foi vivenciado no núcleo.
SEGUNDO DIA:
Espaço: Quadra
Recursos: câmera, microfone, amplificador, TV e DVD, com o vídeo editado da semana passada.
Tema norteador: videoclipe
PROTOCOLO: (transcrição do texto a partir das imagens do encontro)
Conversa inicial
Discutimos sobre as propostas do núcleo. O que é vídeo e teatro? Como essas duas linguagens podem se dialogar? A idéia do núcleo é ocupar o espaço e desenvolver esses núcleos aqui nesses espaços do Pinel, assim como as clinicas, quiosques, quadra, jardins. Como esse é o segundo dia, pensamos em ter um diálogo com o primeiro dia, onde realizamos a atividade com os adolescentes do NIA, as atividades partiram da questão do pensar sobre o vídeo, assim, a pergunta que norteou o encontro foi, “o que é teatro e vídeo?”, realizamos uma proposta em que cada participante foi provocado com a pergunta “o que é vídeo para cada um que está aqui”, seja através da fala ou do corpo.
Esse primeiro encontro foi mais de aproximação com os adolescentes, um contato, uma tentativa de fazer uma troca de experiência.
O que é a idéia do núcleo de vídeo? Não é uma oficina, não vamos ensinar a filmar, “a idéia é a troca”, o que podemos dialogar com esse espaço? O que esse espaço tem haver com a gente? É um núcleo de pesquisa, então, “vamos pesquisar que vídeo a gente quer fazer, que tipos de imagens a gente quer”. A gente vai ao longo do processo estudar o que é essa linguagem. O núcleo está permanentemente aberto, o foco mesmo é trabalhar com os pacientes. Dentro desse foco que é trabalhar com os pacientes, o que é descobrir coisas aqui dentro? Como desenvolver um trabalho que ´foge` da rotina que eles vivem diariamente? Como descobrir em conjunto, novas formas de estar se relacionando com o outro, com eles, com nós mesmo? Em 2008 e 2009 a gente fez os núcleos com os pacientes, aí paramos um período para fazer a peça, agora a gente ta retornando essas atividades. Nas atividades a gente procura buscar alguma refêrencias tateóricas daquilo que estamos estudando, particularmente agora, a gente está mais em um estudo do vídeo, mas no decorrer dos encontros acho interessante estar conhecendo mais o universo deles (pacientes). Como podemos conhecer mais sobre a história da psiquiatria, seu processo, o que pensar, quais os caminhos? No caso dos adolescentes, os quais tivemos o primeiro contato, como vieram parar aqui no hospital? O porquê? Quais os motivos? O que a gente está propondo pra eles? E como tentar agrupá-los em nosso convívio? que experiência temos pra passar pra eles, e eles pra nós? Como descobrir isso?
Procedimentos:
A proposta havia sido pensada para os pacientes do NIA, mas vieram pacientes de outras clinicas também, do Agudos Feminino e Agudos Masculino, além do Getúlio, morador dos lares, uma pessoa de fora,e enfermeiros. Cada clinica foi chegando em um momento do Núcleo. Isso - unir pacientes de diversas clínicas - era algo novo para a gente, da Trupe. Nos Núcleos realizados nos anos anteriores, as atividades eram feitas dentro de cada Clínica.
Etapas:
1. Espreguiçar, ir acordando o corpo, movimentando as partes tensas e ir levantando aos poucos.
2. De pé, formou-se uma roda grande – as pessoas foram chegando. Continuar acordando o corpo.
3. Falamos que a proposta do Núcleo, nesse encontro, era trabalhar com videoclipe.
4. Passar a câmera e dizer o nome para a câmera.
5. Andar pelo espaço – buscar formas diferentes de se mover pelo espaço.
6. Imitar o movimento do outro – quem estava coordenando dizia o nome de uma pessoa, esta propunha um movimento e todos imitavam. Para algumas ações, os participantes faziam sons ou cantavam músicas.
7. Intervenção sonora/audiovisual: Fizemos uma roda em volta do microfone e ele estava aberto para quem quisesse cantar. A todo momento, alguém ia e cantava para todos. Quem assistia, propunha movimentos para o que estava sendo cantado e propunha formas de filmar aquele instante: estávamos todos em um videoclipe.
8. Improvisação: todos fizeram uma grande roda, uma pessoa foi para o centro e cantou. Nesse momento, o Núcleo de música também compareceu, fornecendo instrumentos. Finalização do videoclipe.
9. Apreciação: cada um ia até a câmera e dizia uma palavra – ou mais – sobre o que achou desse dia de Núcleo.
O INÍCIO
Tivemos como proposta prática iniciarmos assistindo ao vídeo do último encontro, o qual durante a semana realizamos uma montagem do encontro. Na criação do vídeo procuramos seguir uma proposta dos próprios adolescentes, discussão que surgiu no final do encontro, que foi a gravação de um videoclipe, com a composição da música de um dos adolescentes.
O vídeo tem um movimento atemporal do encontro, buscando a participação dos adolescentes e dos integrantes do núcleo durante as atividades, em diálogo com as imagens e sons que foram projetadas e captadas no encontro. Pensamos assim, criar uma maior visibilidade do encontro a partir da proposta levantada do videoclipe, já que a proposta do encontro era dizer “o que é vídeo para você?”, para com isso tentar um estímulo por parte dos adolescentes e da equipe, nas gravações do vídeoclipe.
A PRÁTICA
A atividade tem como proposta a continuação do trabalho realizado com os adolescentes do NIA, que é investigar e estruturar os caminhos que podemos seguir para a criação do videoclipe. Tivemos como espaço de encontro a quadra, local onde os adolescentes se deslocam de seu espaço de convívio. Devido a um desencontro de comunicação, começaram a aparecer pacientes de diversos setores do Pinel, assim como agudos masculino, agudos feminino, a quadra em uma questão de segundos estava cheia. Todos que chegavam buscavam se inserir de alguma forma. Foi quando começamos a improvisar alguns estímulos para uma participação coletiva, já que eram em torno de 30 a 40 pessoas. O que ajudou bastante na proposta foi o amplificador com o microfone que instalamos na quadra, assim como a televisão e um aparelho de dvd.
Após a chegada em massa dos pacientes, tivemos como proposta inicial, para nos conhecermos, passar a câmera de mãos em mãos, falando e se apresentando para nós e para a câmera. A câmera passou na mão de cada pessoa, uma delas provavelmente a primeira pessoa, apertou para gravar, sendo já estava gravando, conclusão, nada capturado. Mais foi interessante como cada pessoa dialogou com a câmera, alguns ainda um pouco tímidos apenas falavam o seu nome, outros já se colocando com mais falas além do nome. O que chamou bastante atenção da necessidade que às vezes temos de falar, desabafar, vomitar palavras, gritos, sensações, mesmo quando o foco principal, no caso da proposta era falar com a câmera.
Após esse primeiro estimulo, “agora todos andem pelo espaço”, um aglomerado de pessoas se juntam, alguns ainda tímidos, aos poucos iam se soltando, então outro estimulo, “vai experimentando jeitos diferentes de andar”, as pessoas se movimentavam em bloco, foi proposto mais um estímulo “agora, todos repetem o que o outro faz”, a primeira intervenção foi com as mãos e os pés ao chão, buscar o olhar do outro, a segunda intervenção com os braços encolhidos, lançado-os ao ar; a terceira com os braços parcialmente para cima, buscando uma comunicação não “presente”, com um coro de amor, esperança e destino, a próxima foi uma marcha, próximo aos soldados em obediência as “ordens”, ao longo do exercício foram surgindo varias intervenções e os participantes que inicialmente estavam ´tímidos`, foram se entregando ao clima lentamente manifestado.
Após essas primeiras manifestações, já estávamos leves para qualquer proposta, então tentamos retornar a proposta inicial que era com os adolescentes do NIA. “Nós vamos agora gravar um videoclipe” microfone aberto, “quem se habilita a ser o cantor do vídeo?”, olhares dispersos, um vira a cabeça, o outro dá dois passos pro lado, e então um candidato. Olhar acanhado, voz trêmula, a cantoria começa, um linguajar desconhecido habita o espaço, cada um, um entendimento diferente, vozes que vinham de longe, uma abstração da realidade, um mundo distante vem a chocar, dialogar, harmonizar o instante. Próxima candidata uma mulher do agudos feminino, uma das mais descontraída e participativa, “uma pausa para pensar a música e canta, “ei tho, não fique assim, sabe a vida, ainda é bela” uma cantoria inicial na língua de origem da música, o inglês, vindo em determinadas partes para o português, com passagens de volta para o inglês. A próxima cantora se apresenta antes de cantar “a musica do Fagner, quem me dera ser um peixe”. “quem me dera ser um peixe, para o seu liquido amargo mergulhar, fazer loucura de amor pra se encontrar, passar a noite em claro, longe de ti, um peixe”. Durante a cantoria “quem não canta se mexe, seja em sincronia ou não”, a maioria acompanha o ritmo, cada um em seu tempo, alguns ficam parados. Mais um estímulo, “as mulheres já cantaram duas músicas, cadê os homens?” Nesse tempo, o núcleo de música, que estava realizando uma intervenção pelo Pinel, aparece em cena, seus integrantes com instrumentos e marchinhas chegam em ação, interagindo com o espaço, uma mudança se espraia no espaço, com seus instrumentos contribuíam para ocupar a quadra, que é bem extenso. Nesse mesmo tempo os adolescentes do NIA, chegam, alguns já vem interagindo com o acontecido, chocalho, pandeiro, flauta, câmeras, tvs, todos vendo a música, bailando as imagens, seus ritmos e sons entrelaçados, cruzados, diluídos em meio ao caos formado, chegamos ao instante limite, em que todos participavam, o show estava armado, tudo capturado, na tv a semana passada se atualizava, o videoclipe tava sendo projetado ali, imagens rápidas, lentas, o corpo pensava a partir do que estava acontecendo, gritos, risadas, ruídos, a melodia surgia através do agir...cantar, música, microfone aberto, fala, gestos, olhares, pensamentos em ebulição, mãos, bocas, ouvidos, o corpo não pára, música, melodia, cantar o que vier a cabeça, o balançar...Próximo estímulo, “Fala uma palavra sobre o que foi este encontro”:
Alegria; “mais alguém”
Fantástico;
Liberdade e cura;
Felicidade e cultura;
Um momento muito maravilhoso, estou feliz;
Foi show;
O meu nome é Roberte, hoje foi um dia de se soltar, um dia de deixar livre, é isso aí galera, deixar correr a coisa solta;
Justiça de deus;
Cultura para as pessoas que estão desacreditadas;
Mais paz e amor no ano novo que vem;
Parabéns;
Eu gostei;
Is is beoldifow, and the ful, maravilhoso, lindo;
Èvibare;
“alguem mais quer dizer uma palavra como foi?”
Zueira;
Sucesso;
Bagunça muito boaaaa;
Fúria;
“mais alguma palavra....então muito obrigado por terem vindo”
TERCEIRO DIA:
Espaço: Convívio antigo
Recursos: câmera, amplificador, microfone, notebook, bases de rap.
Procedimentos:
Primeiro momento – teórico:
1. Assistimos ao vídeo editado do primeiro dia de Núcleo
2. Leitura do texto-protocolo (escrito pelo Marcelo, integrante do Núcleo) do segundo encontro.
3. Discussão e avaliação do que foi o Núcleo de Vídeo até o momento. E perspectivas futuras da pesquisa. Segundo momento – prático:
Os garotos do NIA, que compunham rap e propuseram a idéia de videoclipe no primeiro encontro, vieram gravar o videoclipe. No convívio antigo, uns cantavam e os outros experimentavam formas de filmar.
PROTOCOLO DO TERCEIRO DIA:
Pensamos em continuar com a proposta do videoclipe. Chegamos. Cada integrante do núcleo construindo, modificando o espaço. Convívio. Amplificador, microfone, internet. Baixar bases instrumentais para a proposta. Cabos, m3, bateria, baixo, máscaras. Ocupar o ambiente com os objetos. Microfone aberto, as primeiras improvisações nascem, em mãos dadas com a montagem.
Após estruturarmos o espaço, fomos até a clinica do NIA, convidar os adolescentes. A plantonista nos informa que “hoje os adolescentes não vão sair para a atividade”. Reelaboramos nossa proposta inicial e decidimos rever o que foi esses dois últimos encontros. Então, começamos assistindo ao vídeo do primeiro dia, em seguida lemos um texto, descrito a partir das imagens captadas do segundo dia, as imagens roda no computador, ainda na linha de montagem para uma possível edição, já que os vídeos não partem de um roteiro, surgem a partir da forma que é elaborada a proposta ou pelas sensações e intuições que nascem no momento da montagem. Na leitura do texto, concentração. Após a introdução do texto, agora também com as imagens.
Bruto, imagens brutas, no nosso tempo, agora não mais do passado, mas diluído no instante presente. Um retorno ao futuro incerto. O que estamos fazendo? O que queremos para nós? Um núcleo de estudo, de prática, pertencimento, descobrimento do caos? mas já não o vivemos? Mas como do caos surge algo? Quais as influências que temos de nós mesmos, para o despertar desse caos? Como desse caos surge a criação? Momentos pensativos, na tentativa de nos organizarmos.
A atividade começa....
No final do encontro refletimos sobre as propostas que vínhamos realizando. A discussão partiu das experiências dos encontros passados, os quais nem todos estavam satisfeitos pelo processo, seja pelo fato das pessoas não terem tempo para a pesquisa, seja por nem todos dominarem os dispositivos que utilizamos, o que gera uma ausência de atuação, e sobrecarrega os demais integrantes. Apesar de o núcleo ter ocorrido em suas etapas foi constatado uma insatisfação da maioria dos integrantes, por ter ocorrido uma ruim preparação dos integrantes do núcleo como um todo, uma falta de comunicação, o núcleo esta tentando perceber os seus tempos; o tempo que demanda o vídeo; o tempo dos participantes; dos pacientes, e pensar que tudo isto que compõe estas temáticas tem de ser entendido de forma minimamente uniforme, para que a proposta seja interpretada pelos integrantes do núcleo, para que não sejam executadas no tempo da improvisação, mesmo sabendo dos imprevistos do hospital em relação a horários e organização. Nosso desafio é pensarmos as propostas que já estamos executando, com uma comunicação clara entre os integrantes, que também devem ter o foco de trocar aprendizados uns para com os outros, para que estes integrantes possam experimentar juntos minimamente, o tema, o pensar do tema em proposta, o experimentar a proposta e materialização da proposta, no nosso caso a edição, e disponibilizar a proposta no blog e no site, para talvez escolher caminhos problematizar, apontar novos caminhos, se inserir no que já vem sendo feito, pensar todos os envolvidos no núcleo no plano de igualdade, integrantes do núcleo, participantes e pacientes, pessoas de diferentes realidades, não precisam fazer as mesmas coisas , mas ter a preocupação com o tempo do outro, que esta se relacionado ao tempo do grupo e a todos os outros tempos que demanda este projeto, quando formos pensar, propor um núcleo que pensemos o núcleo para o paciente e para o integrante-participante do núcleo e para o participante de fora do grupo, para que o núcleo possa ser um espaço potente de aprendizado para todos.
Pensamos assim em criar esse tempo da pesquisa teórica e pratica do núcleo, no dia e horário da atividade do núcleo.
Marcamos de no próximo encontro trazermos propostas de leituras e práticas, para assim estruturarmos um cronograma.
QUARTO DIA:
Reunião teórica: (re) organização dos próximos encontros do Núcleo, a partir de proposta geral dos núcleos, e reflexões feitas com base nos encontros anteriores - o primeiro módulo - vai trabalhar com o conceito de “o vídeo e a peste”, tendo como referência, “O Teatro e a Peste”, de Artaud, e com a idéia de peste que perpassa a Tetralogia Tebana.
Os primeiros encontros, tiveram como proposta uma revisão no material já estudado pelo núcleo e escolhido pelos integrantes, com a idéia de passar novamente por temas entendidos como importantes para o desenvolvimento do núcleo, “o que é vídeo”, primeiras respostas, primeiras aproximações.
Elencamos algumas referências teóricas para nortear nossa pesquisa:
- “Made in Brazil”, de Arlindo Machado
- “O olho interminável – cinema e pintura”, de Jaques Aumont
- “Cinema, vídeo, Godard”, de Phillipe Dubois
- “Televisão e psicanálise”, de Muniz Sodré
- “O teatro e a peste”, de Antonin Artaud
QUINTO DIA:
Espaço: Coreto da Clínica Agudos Feminino
Proposta:
1. Pesquisar e trazer algo sobre o tema da “Peste”. (imagens, texto, falar o que pesquisou ou que é a “Peste”)
2. Discutir citações dos livros “Made in Brazil”, de Arlindo Machado – “O olho interminável – cinema e pintura”, de Jaques Aumont
3. Utilizar o microfone durante todo o encontro
4. Relacionar os temas, e a partir da conversa pensar a proposta para o próximo encontro.
Integrantes do Núcleo de vídeo 2011
Leila do Nascimento / Ricardo Augusto / Andersom Gonçalves / Marcelo Fernando / Luzimara Azevedo





